
Nevou em Sintra.
Esta era uma situação que eu não pensei viver hoje.
Por volta das 15 horas, saí á rua para alugar um filme, beber um café... e eis senão quando dou por mim á porta da rua embasbacada, de boca aberta, queixo caído, sim !!! Na maior das espantações, a neve caía, leve... levemente..., como quem chama por mim. Não era chuva, mas havia gente e gente como eu ali ... a ver a neve que batia assim. Lá fora, fazia frio muito frio, mas a visão inesperada superou qualquer outra sensação. Foi bonito, eu parecia uma criança, pois nunca tinha presenciado este fenómeno aqui em Sintra, apenas em França, e já lá vão 15 anos.
Na sala riem-se de mim , gozam com o meu Blog, talvez tenham razão e eu própria me venha a rir de mim.
Por enquanto pretendo continuar a registar e partilhar com o mundo alguns aspectos do meu dia a dia.
Hoje foi a neve, amanhã veremos.
Vou continuar com a leitura da "Filha do Capitão"
Esta obra vai de encontro ás vivencias que muitas vezes ouvi dos meus avós, parece-me reconhecer aqueles modos de sentir de estar perante a vida, parece-me ouvir o meu pai falar do seu avô. De facto também eles eram oriundos daquela região.
Esta obra está bem escrita, é de fa´cil leitura, aconselho a que deêm uma vista de olhos para ver se se identificam minimamente com a obra.
Não registo a deixar registado que ontem sábado á noite assisti ao programa de entretenhimento da RTP1 a Febre de Sabado e que tal como centenas de espectadores me senti a revisitar os anos oitenta e revivi as emoções da minha adolescencia.
Aqui deixo o meu obrigado Jùlio Esidro.