Domingo, 17 de Dezembro de 2006
Presépios
Aqui deixo os meus votos de Feliz Natal e Próspero Ano Novo

Chegou mais uma vez a semana do Natal. Por aqui a azafama faz juz à época. Compra aqui compra isto, compra aquilo. Embrulha a prenda, faz o laço.

Tenho a vida facilitada, pois a artista entretem-se horas a fazer os embrulhos personalisados e respectivos laços.

A Arvore tem o seu lugar de destaque e brilha de mil luzes.

O Presépio, esse não falta e tem a sua imponência, pois para além das vinte peças, possui grutas e montes, caminhos e lagos, sem lhe faltar as velas e estrelas cadentes, está um mimo.

Falando de presépio e como o Natal é das crianças, não posso deixar de pensar na minha infância. Na aldeia e vila onde vivia, as montras enchiam-se de belos e enormes presépios, qual representação de aldeias, com casas, Igrejas, caminhos, montes e vales, pontes e lagos, cheios de verde, do musgo que ainda hoje uso para cobrir o chão do meu presépio.

Durante anos levei a filhota em jeito de ritual à mata, ou floresta mais próxima para fazer a recolha do musgo, de tal modo fui persistente nesse costume, que hoje essa imagem está presente na miúda.

 

 

 

 

  
publicado por ciloca às 21:14
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Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2006
No meu tempo de criança era a gulbenkien que prestava este grande serviço ao País de então


Biblioteca itinerante de Almodôvar transporta livros até montes isolados



Paula Martinheira
Sandra Sousa Santos
 

Na memória de dona Rosa Sequeira, 62 anos, ainda estão bem vivas as visitas que a biblioteca itinerante da Gulbenkian fazia à aldeia onde nasceu e sempre viveu, Gomes Aires, no concelho alentejano de Almodôvar. "Requisitava muitos romances na altura. Sempre era qualquer coisa para entreter, já que nesta terra não há nada para fazer, a não ser trabalhar." Lamenta, por isso, que aquele serviço tenha deixado de percorrer os montes e povoações do município "já lá vão mais de 30 anos".

Ao sentimento de nostalgia dos tempos idos depressa sucede um enorme sorriso de satisfação, ao mostrar ao DN o livro que acabara de requisitar na Biblioteca Itinerante de Almodôvar, nesse dia a efectuar a sua viagem inaugural. A opção de Rosa Sequeira recaiu no livro Filhos do Vento, de Francisco Moita Flores, "aquele senhor muito bem falante que aparece na televisão". "Espero que escreva tão bem quanto fala", diz, enquanto espera pelo neto, de quatro anos, que com as restantes 20 crianças de Gomes Aires revolve as prateleiras da carrinha transformada em biblioteca, à procura de um "livro de bonecos, que eu não sei ler".

"Democratização da cultura"

Encostado à porta do café da praça central da aldeia, que os locais apelidam de "Praça de Espanha", Constantino Piçarra, director da Biblioteca Municipal de Almodôvar e principal dinamizador do novo serviço de leitura itinerante, assiste ao decorrer das operações com visível satisfação. "Aqui está um verdadeiro processo de democratização da cultura", sustenta, sublinhando que "este também é um projecto de resistência à desertificação do Alentejo". "Fecham uma escola (este ano foram três) e nós colocamos uma biblioteca itinerante na localidade onde o estabelecimento foi encerrado." É que, argumenta, "os cidadãos que vivem em locais isolados, alguns de difícil acesso, têm tantos direitos como os outros. Porquê impedi-los de ler, ver um DVD, ouvir um CD de música? Só porque a biblioteca-mãe está a muitos quilómetros de distância? Nós vamos proporcionar-lhes tudo isso", assegura.

Uma garantia concretizada na primeira paragem do périplo da carrinha/biblioteca, Corte Zorrinho, uma povoação com cerca de cem habitantes, na maioria idosos. A professora Maria da Encarnação Martins, da escola local, composta por escassos seis alunos, estava avisada da visita e a criançada quase se digladiava para levar os "livros mais bonitos". E enquanto Dulce Romana e Clarisse Brito, as duas funcionárias da biblioteca, sem mãos a medir, faziam ver aos meninos que cada um só podia requisitar três unidades, ajudando-os nas escolhas, o senhor Manuel António Emídio, de 73 anos, entrou de mansinho na carrinha, disposto a "levar qualquer coisa para ler, que já há muito tempo não ponho os olhos em cima de um livro". "Pode ser um livrinho simples, pequenino, que não dê muito trabalho a ler." "Não está interessado na biografia do José Mourinho?", sugere uma das funcionárias. "Ah, se fosse alguma coisa sobre o Sporting...". A biblioteca não tem nada para oferecer sobre o clube de Alvalade e o senhor Manuel Emídio vai-se embora. Realizado, contudo, já que acabou por levar o Breve Roteiro Fotográfico - Lisboa, 25 de Abril de 1974, da autoria de Alfredo Cunha, Eduardo Gageiro e José Antunes. "Se a biblioteca vem cá, nós levamos um livro e este sobre o 25 de Abril deve ser bom."

"Venham conhecer a nossa casa"

Na Aldeia dos Fernandes, a que os 800 habitantes conferem o estatuto de uma das mais povoadas de Almodôvar, a miudagem da escola do 1.º ciclo e jardim-de-infância (cerca de 30 crianças) bate palmas à chegada da biblioteca. De duas enormes colunas sai música animada e o dia parece de festa na aldeia. Antes da visita ao mundo dos livros, é contada a história da Pequena Sereia, num sketch interpretado por duas actrizes. O mote estava dado ("venham conhecer a nossa casa") e, num ápice, surgem todos com um livro nas mãos. A Angélica, de cinco anos, optou pelo Capuchinho Vermelho e o Miguel Cota, de nove, por uma das histórias do Lucky Luke. O Jorge Belchior, que afiança gostar muito de ler, levou para casa Os Mais Famosos Malvados da História e o seu colega André Felisberto um livro do Tintim e um CD do FF. E enquanto as gémeas Sofia e Simone Guerreiro discutiam que DVD iriam levar, o Armando, o Jorge e o Daniel procuravam no computador da biblioteca, "alguma coisa sobre BTT", o seu desporto favorito. O relacionamento com o equipamento revelou-se algo difícil, porque, segundo contam, não têm computador em casa. Mas as carrinhas entusiasmadas dos três colegas revelavam que um mundo novo estava a ser descoberto.

À porta da biblioteca, rosto sulcado por rugas de uma vida marcada pelo trabalho, a dona Maria da Conceição, 77 anos, assistia extasiada a tanta azáfama. "Gostava de levar um livro, mas nunca aprendi a ler..."

Parece-me que  estamos noutra época???

Que grande serviço prestou ao País a Fundação Gulbenkien.Muitos dos nossos melhores e mais bem formados Portugueses começaram o seu percurso intelectual com a ajuda destas Bibliotecas. Aqui deixo a minha Homenagem

Concerto à beira-Tejo lançado em CD e DVD
'Pacífico Inédito, 1862-1866' no Centro Português de Fotografia
Biblioteca itinerante de Almodôvar transporta livros até montes isolados
 
publicado por ciloca às 19:06
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Domingo, 10 de Dezembro de 2006
Aprenda a falar Açoriano

 

- CAN'T
Significa que não está frio
Exemplo: O café está can't.

- CAN
Usado por quem sofre de amnésia
Exemplo: Can sou eu?

- TO SEE
Onomatopeia que representa tosse
Exemplo: Eu nunca to see tanto na vida.

- CREAM
Significa roubar, matar
Exemplo: Ele cometeu um cream.

- DARK
Significa generosidade, dar
Exemplo: É melhor dark receber.

- DATE
Vocábulo usado para mandar deitar
Exemplo: Date-se aí!

- DAY
Vocábulo usado para dar
Exemplo: Day-lhe um presente.

- ICE
Expressão de desejo
Exemplo: Ice se ela me beijasse!

- LAY
Norma a ser seguida

Exemplo: Roubar é contra a lay.

- MAY GO
Pessoa dócil, afável
Exemplo: Ele é muito may go.

- MISTER
Sanduiche de queijo e presunto
Exemplo: Eu gosto muito de tosta mister.

- MONDAY
Vocábulo usado para ordenar
Exemplo: Ontem monday lavar o carro.

- MUST GO
Significa mastigar
Exemplo: Ele colocou a pastilha na boca e must go.

- NEW
Sem roupa
Exemplo: ele saíu new de casa.

- PART
Lugar para onde mandamos as pessoas
Exemplo: Vá para o raio que o part!

- MORNING
Nem quente, nem frio.
Exemplo: Meu café está morning.

- PACKER
Prefixo que indica bastante
Exemplo: Eu gosto dela packer-amba!

- PAINT
Artefacto para pentear o cabelo
Exemplo: Me empresta o paint.

- RIVER
Pior que feio
Exemplo: Ele é o river.

- SAD
Quando se precisa de água
Exemplo: No deserto as pessoas sentem sad.

- SHOW
Verbo que indica afirmação
Exemplo: Eu show eu!

- THE SMITHES
Mandar embora
Exemplo: O patrão the smithes quem não trabalha!

- TOO MUCH
Legume para fazer salada ou molho
Exemplo: Eu quero molho de too much.

- VAIN
Do verbo vir
Exemplo: Eles vain hoje?

- YEAR
Deixar, partir
Exemplo: Ele teve que year?

- YELLOW
Com ela, junto com ela
Exemplo: Saímos eu yellow!!!

sinto-me:
publicado por ciloca às 14:33
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Sexta-feira, 8 de Dezembro de 2006
Maastunnel
    

Maastunnel

Ventilação de Euromast e de Maastunnel (centro)
Ventilação de Euromast e de Maastunnel (centro)
 Escalator do Cyclist e do pedestrian no Maastunnel (fonte: Beeldbank V&W)
:

O Maastunnel é um túnel em Rotterdam, nos Países Baixos, que  liga os bancos do Nieuwe Maas. Aproximadamente 75.000 veículos de motor  um  grande número, de cyclistas os mopeds e os pedestrians  usam o túnel diário, fazendo do Maastunnel um importante tunel da rede de estradas de Rotterdam. O edifício começou em 1937 e terminou em 1942.

A construção do túnel foi precedida por anos de discussões animada. Embora houvesse um acordo a respeito da necessidade para uma ligação permanente  entre os dois bancos do rio de Maas, havia uma falta de acordo a respeito de se deveria ser uma ponte ou um túnel. Um túnel provou ser mais atrativo financeiramente  do que uma ponte,  por causa da grande altura que uma ponte necessitaria para permitir a passagem dos navios do porto de Rotterdam, o porto o maior em Europa.

O Maastunnel foi aberto ao público fevereiro em 14, 1942 e era o primeiro túnel de carros nos Países Baixos.

O comprimento do Maastunnel é 1070 medidores (estradas de acesso including). A parte subterrânea está sobre 550 medidores de comprimento. O ponto  mais baixo do túnel é aproximadamente 20 medidores abaixo do nivel do mar. Acima da terra, a posição do túnel pode ser reconhecida por seus edifícios característicos da ventilação em ambos os lados do rio. Pode-se ver da torre próxima de Euromast também.

 

  

publicado por ciloca às 16:07
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Segunda-feira, 4 de Dezembro de 2006
...

 

Gosto do Inverno desde que não chova. Gosto do céu azul de uma luz muito especial . Gosto de neve. Gosto do calor da lareira, das luvas e dso cachecois.

Gosto do Natal e das prendas e comezainas. Das visitas que se fazem e recebem. E depois alguns meses depois adoro a Primavera. As paisagens que acordam, os animais que finalmente podem crescer ao ar livre. E as flores, meu Deus que beleza.

Adoro o silencio das serras, apenas cortado pelo chilrear dos pássaros. Dou comigo a sussurrar para não perturbar o silencio.

 

sinto-me:
publicado por ciloca às 22:02
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